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Os jornalistas e a “geringonça”

2016/02/15

VAI E VEM

Vasco Pulido Valente com o azedume e o radicalismo que caracterizam os seus textos de opinião (não confundir com a sua obra científica) resolveu um dia chamar “geringonça” ao PS, na sequência das “primárias” que deram a vitória a António Costa. Paulo Portas apropriou-se da expressão e aplicou-a depreciativamente ao acordo do PS com o PCP e o BE, na discussão do programa do governo.

O presidente do CDS-PP, Paulo Portas, usa da palavra nas Jornadas “Portugal Caminhos de Futuro”, no Porto, 11 de novembro de 2015. O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, o líder do CDS-PP, Paulo Portas e mais de 70 dirigentes de ambos os partidos percorrem em dois dias os 18 distritos em jornadas destinadas a "manter a proximidade com os eleitores e as estruturas dos partidos". JOSÉ COELHO/LUSA foto JOSÉ COELHO/LUSA

A direita deu-lhe eco em jornais e blogs e o termo contaminou jornalistas, que a usam em textos de opinião, muitas vezes sem aspas, para se referirem ao governo e aos partidos que o apoiam.

Se já é estranho que os jornalistas usem mesmo em textos de opinião um termo que nasceu com óbvia conotação negativa, já é incompreensível que o usem em textos noticiosos, como se se tratasse de uma expressão neutra. E a prova de que não…

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