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A insanidade dos apóstolos do equilíbrio orçamental

2010/09/30

Entendamo-nos:
-os Estados não podem/não devem considerar como normais e saudáveis défices orçamentais excessivos e prolongados, em particular quando estão inseridos numa zona monetária única;
-o principal erro é quando as regras e os instrumentos dessa zona monetária são de tal maneira homogéneos e restritivos, sem apoio de uma política orçamental comum a essa zona, e como se todos os países a ela pertencentes fossem iguais.

Mas além disso existem outras questões, e a maior delas tem a ver com a enorme perversão que a abordagem neoliberal à política económica introduziu nas últimas décadas, e que continua a fazer o seu caminho. Leia-se Krugman:

In a flurry of blind panic and irrational exuberance, organizations from the European Central Bank to the Organization for Economic Cooperation and Development suddenly abandoned everything we had learned, at a bitter cost, about economics during recessions and decided that fiscal austerity was the way to go while the world was in the depths of a slump — indeed, many claimed that spending cuts would actually be expansionary.

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