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A captura do keynesianismo

2008/02/15

Num post anterior referi-me a um artigo de Thomas Palley sobre o monopólio neoclássico na política económica contemporânea, publicado no Jornal de Negócios Online, apressadamente o criticando pela ausência de referência ao legado de Keynes. É claro que Palley não estava distraído, eu é que estava.

Via Ladrões de Bicicletas, cheguei a este outro artigo de Palley, publicado no The Guardian a 7 de Fevereiro, In name only, em que o autor analisa o que chama de captura do keynesianismo pelos políticos conservadores, utilizando (embora muitas vezes de modo errado) algumas das medidas de política económica de matriz keynesiana, mas sem as ligar a medidas mais estruturais que se encontram na sua génese, como a busca do pleno emprego e a partilha da prosperidade:

“Keynesian full employment stimulus policies must be accompanied by
Keynesian structural policies that ensure wages grow with productivity,
thereby ensuring sustainable demand growth. These structural policies
include labour and social insurance laws supportive of unions and
worker bargaining power, and international economic policies that
prevent inappropriate competition and unsustainable trade deficits. The
conservative capture of Keynesianism has both obliterated these
structural policies and put a brake on reaching for full employment.”

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