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Conversa fiada – telemóveis

2004/12/11

Telemóveis, celulares, cell phones!
Estes pequenos objectos que tão omnipresentes são na nossa vida de todos os dias, desde há uns anos! Omnipresentes sim, para o bem e para o mal, para os que os possuem e para "os outros". Quem é que ainda não ficou com os cabelos encaracolados depois de ouvir os toques mais bizarros de alguns colegas de trabalho ou companheiros de autocarro ou comboio?

Quando apareceram ainda resisti uns anos, depois cedi à avalanche (que diabo, não era nenhuma questão de princípio!). Devo dizer que sou um utilizador discreto e telegráfico. E o toque do meu telélé é o original toque de telefone vulgar de Lineu, nada de músicas, sejam de Quim Barreiros ou de Strauss. O próprio já tem 4 vetustos anos (quatro! em termos telemovelisticos suponho que seja o equivalente à máquina a vapor), e a idade já se faz sentir, sobretudo na bateria que já mal aguenta um dia após ficar toda a noite a carregar. Já deu várias quedas e nunca partiu (salve Finóquia!). Mais dia menos dia lá terá de ser substituído, só estou à espera que a nova geração fique mais madura ou que sobre dinheiro, o que acontecer primeiro.

Mas aparentemente os telemóveis partem-se muito.
Segundo um artigo de Brian Cooley, um estudo da Siemens sobre as razões mais frequentes de quebra dos telemóveis (para além de os deixarmos caír) chegou à conclusão de que a principal causa é enfiar o telemóvel em jeans justos e depois sentar-se! Quão justos terão de ser os jeans? Não entremos por esse campo minado. Vejamos antes algumas das outras causas enumeradas no referido estudo:
– atirar o aparelho ao chão numa fúria (já estive quase)
– deixar caír o aparelho na sanita (?)
– esquecer o telemóvel em cima do carro (também acontece por vezes com as carteiras, o que vale é que estas não se partem…)
– o aparelho é afectado pela transpiração durante o exercício físico (não consta que aconteçaa quando se está no sofá a ver desporto na televisão).

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