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Até sempre

2002/05/28

Este blog nunca foi pensado para expôr situações pessoais, mas o recente falecimento dos velhos, inesperado e com apenas um mês e uma semana de intervalo, quase me obriga começar por aí.
Ainda não passou muito tempo, e contrariamente às pessoas que expressam imediatamente o que sentem chorando e ficando extremamente abatidas, comigo o peso do acontecido só se vai fazendo sentir à medida que o tempo passa, como se nos primeiros tempos tudo fosse recalcado.
Tiveram uma vida intensa, viveram em muitos sítios e viajaram muito na sua e nossa terra de Angola, devido ao nomadismo inerente aos funcionários administrativos. Tiveram dois filhos e uma filha, dois netos e duas netas, e três bisnetos. Vieram morrer longe da sua terra, e sempre com saudades dela, onde voltavam sempre que lhes era possível.
Não sei se existe qualquer coisa como “os melhores pais do mundo”, embora a expressão seja muitas vezes usada com afecto. Eu apenas digo, com todo o afecto e saudade, que eles foram bons pais, bons avós, bons bisavós. Pela família fizeram sempre tudo o que lhes foi possível. Até sempre.

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