Qual a melhor estratégia para o PS?
Não sendo militante, não tenho palavra a dizer, apenas opinião como cidadão.
Mas também não me vou pronunciar acerca de nomes, não se sabendo ainda quem são os candidatos, isso é tarefa dos meios de comunicação atirarem o barro à parede, às vezes autonomamente, outras vezes incentivados, mas também não vou especular sobre isso.
É outro o magno problema que se me colocou: deverá ser um dirigente para levar a sério, para começar a construir a alternativa com o apoio maioritário do partido, ao mesmo tempo que se cumprem na Assembleia da República os compromissos que foram assumidos com as instituições internacionais, ou um dirigente transitório, para queimar numa primeira fase, etc.. Claro que uma estratégia destas, com o seu quê de maquiavelismo de uns e de ingenuidade de outros, nunca é assumida explicitamente, e por vezes sai furada.
Eu (que sei eu?) apostava numa solução forte desde já. Claro que só o tempo nos dirá se a aposta foi boa ou não, mas por isso é que é uma aposta, e neste caso procura-se minimizar os elementos aleatórios. Ora o maior elemento aleatório para mim reside nas populistas eleições diretas, que substituíram as eleições em congresso.
A ver vamos.










